River quer tomar o título do Parnaíba no TJD. Helio Alelaf afirma que não existiu ilegalidade

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O Tribunal de Justiça Desportivo do Estado do Piauí(TJD-PI) julgará nesta segunda-feira(27), às 19h, Recurso Voluntário do Parnahyba Sport Club, campeão estadual deste ano, referente ao questionamento do vice- campeão, River Atlético Clube, quanto à atuação do zagueiro Eridon no jogo da decisão. Os representantes do time da capital questionam que Eridon teria jogado irregularmente por estar apenado com cinco jogos de suspensão. Entendimento diferente tem o presidente do Conselho Deliberativo do Parnahyba, advogado Helio Alalaf. “O Eridon jogou dentro da legalidade pois o próprio TJD o autorizou a jogar mediante efeito suspensivo por reunir as condições ideais”, explicou Helio. Comparando com a justiça comum o efeito suspensivo, instrumento legal dos tribunais desportivos, é uma decisão comparada à liminar sendo, portanto, um amparo legal.

Em virtude desta condição é que, segundo Helio, o julgamento de segunda-feira deverá ater-se sobre o mérito da ação movida pelo River, entretanto ele entende que jamais poderá comprometer o título do Parnahyba, uma vez o jogador Eridon estava amparado por decisão do próprio TJD, o que ele considera um ato jurídico perfeito. Mesmo que venha acontecer alguma sansão, ele também afirma que não poderá passar da pessoa do jogador para atingir o Parnahyba.

JUS CACAREJANDI

Outro membro da diretoria, o advogado Miguel Bezerra Neto, também se manifestou de forma humorada, a respeito do assunto. Em seu perfil no Facebook disse que o presidente do River, Elizeu Aguiar, está usando do direito do “jus cacarejandi”, fazendo um trocadilho com o brocardo jurídico “jus esperniandi”. Assim como o Parnahyba é chamado de tubarão pela sua torcida, o River chamado de galo, razão que inspirou o advogado. Eis o que ele postou: No direito, o “jus esperniandi” é uma expressão latina que refere-se ao direito do esperneio, de reclamar, quando não há nada mais a se fazer. No tenebroso e imoral caso do river protagonizado pelo Elizeu Tapetão, esse direito se chama de “jus carcarejandi”, pois se trata de galinha ou galo. Vergonhoso, caro presidente, peça prá sair que é melhor.

F. Carvalho, do www.a24horas.com

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